conecte-se conosco



SAÚDE

Anvisa prorroga por 1 ano uso emergencial de vacinas contra a covid-19

Nesse prazo, empresas terão que pedir o registro sanitário definitivo.

Compartilhe

Publicado

em

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu ontem (12) pela prorrogação por 1 ano da validade das autorizações de uso emergencial de medicamentos e vacinas contra a covid-19. Nesse prazo, as empresas terão que pedir o registro sanitário definitivo.

Com a resolução aprovada ontem, a Anvisa pretende manter o padrão atual no fornecimento de vacinas e medicamentos contra a covid-19. A autorização para uso emergencial de vacinas se deu com a necessidade de uma resposta rápida ao contágio da covid-19 e o aumento no número de casos e mortes no país.

A decisão da agência foi necessária, uma vez que as autorizações de uso emergencial perderam a validade com o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarado pelo Ministério da Saúde em abril. As vacinas da Pfizer, da Johnson & Jonhson (Janssen) e da AstraZeneca já tiveram seus registros definitivos aprovados pela agência.

A resolução aprovada hoje pela Diretoria Colegiada também trouxe algumas mudanças para os novos pedidos de autorização de uso emergencial. Entre os principais pontos, está a necessidade de os fabricantes dos medicamentos ou vacinas de terem Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF) emitido pela Anvisa, além da obrigação das empresas detentoras de autorização de notificar os eventos adversos graves em até 72 horas da ocorrência.

Agência Brasil

Compartilhe
CONTINUE LENDO

SAÚDE

Salvador tem apenas 12% de crianças vacinadas contra gripe

Campanha contra sarampo também tem baixa adesão

Compartilhe

Publicado

em

Foto: Divulgação

Apenas 12% de crianças com menos de 5 anos foram vacinadas contra a gripe em Salvador. O índice revela a baixa adesão à campanha, conforme destaca a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e preocupa a prefeitura da capital baiana, que alertou sobre as síndromes respiratórias.

Iniciadas em 4 de abril, as estratégias contra a gripe e o sarampo apresentam baixa adesão em Salvador, sobretudo do público infantil. Das 911.422 pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha contra influenza, apenas 208 mil (22,8%) foram vacinadas, informou a SMS.

Entre as crianças de seis meses a menores de 5 anos a adesão é ainda menor – somente 12% dos pequenos que moram na capital se protegeram contra a gripe.

A campanha contra o sarampo também tem apresentado pouca procura: a cobertura é de somente 19% entre os adultos e de 12% entre o público infantil.

Para garantir o acesso às vacinas contra a influenza e sarampo, 156 salas de imunização dos postos de saúde da capital baiana possuem a oferta dos imunizantes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Para receber a dose, é preciso apresentar a carteira de vacinação ou Cartão SUS e documento com foto. Os profissionais da saúde devem levar a carteira do órgão onde atua.

Confira o público-alvo para a imunização contra a influenza:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes;
Puérperas;
Povos indígenas;
Trabalhadores da saúde;
Idosos com 60 anos e mais;
Professores das escolas públicas e privadas;
Pessoas portadoras de doenças crônicas
Pessoas com deficiência permanente;
Profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas;
Caminhoneiros
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema prisional;
Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
População privada de liberdade.

Confira o público-alvo para a imunização contra o sarampo:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Trabalhadores da saúde.

Metro1

Compartilhe
CONTINUE LENDO

SAÚDE

Anvisa amplia uso do remdesivir em casos de covid-19

Paciente com risco de evoluir para caso grave pode receber o remédio.

Compartilhe

Publicado

em

Foto: REUTERS / Mohamed Abd El Ghany / Direitos reservados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação do medicamento Veklury, cuja substância ativa é o remdesivir, para o tratamento da covid-19. A medida foi aprovada no dia 23 e divulgada ontem, 25, no site da instituição. O remédio poderá ser usado em pacientes adultos que “não necessitem de administração suplementar de oxigênio e que apresentem risco aumentado de progredir para caso grave” da doença.

“O remdesivir é um antiviral injetável produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg. A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infecção”, diz a nota da Anvisa. Segundo a agência, a empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil apresentou dados clínicos que demonstraram a eficácia e a segurança do medicamento para esta finalidade.

Antes, o remdesivir tinha indicação terapêutica no Brasil para tratamento de covid-19 apenas em pacientes adultos e adolescentes com pneumonia que precisam de oxigênio. Com a nova indicação, o uso da medicação deve ser iniciado assim que possível após o diagnóstico e dentro de sete dias do aparecimento dos sintomas.

O tratamento tem o tempo total de três dias. A recomendação da Anvisa é que seja administrada, por infusão intravenosa, uma dose única de 200 mg de remdesivir no primeiro dia. Nos dias seguintes, a administração de uma dose diária de 100 mg, com o mesmo procedimento.

A Anvisa recomenda ainda que sejam seguidas as mesmas condições de segurança para uso do medicamento em ambiente ambulatorial, como a realização de testes laboratoriais hepáticos e renais em todos os pacientes antes do início do tratamento.

Agência Brasil

Compartilhe
CONTINUE LENDO

SAÚDE

Itabuna: Vigilância registra 1,2 mil casos de dengue

Doença cresce mais de 300%

Compartilhe

Publicado

em

Foto: Divulgação / Prefeitura de Itabuna

Um boletim divulgado nesta terça-feira (24) pela vigilância em saúde de Itabuna, no Sul, registrou 1,2 mil casos de dengue no município. De acordo com a secretaria de saúde local, o município vive uma epidemia da doença. Até o final de fevereiro, Itabuna registrava apenas 36 casos da arbovirose.

Conforme a TV Santa Cruz, os números deste ano já superam os do ano passado. Houve crescimento de mais que 300% entre janeiro e maio deste ano em comparação ao mesmo período de 2021. No ano passado, do primeiro mês do ano até junho, a cidade teve 203 casos de dengue confirmados.

Nesta quarta-feira (25), entre as 8 e 13 horas, agentes da secretaria de saúde prosseguem o trabalho de combate a possíveis fogos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor do vírus da doença, no bairro São Caetano.

Ainda segundo a vigilância em saúde da cidade, o município também registrou 133 casos de chikungunya e 17 de zika. Além da dengue, essas duas doenças também são transmitidas pelo Aedes Aegpty. Para evitar a proliferação dos mosquitos é importante evitar água parada em reservatórios.

Bahia Notícias

Compartilhe
CONTINUE LENDO

Mais Lidas

novo