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SEGURANÇA

SAJ: caminhão frigorífico com restrição de roubo é recuperado pela PRF na BR-101

O flagrante aconteceu durante uma operação conjunta com agentes da ADAB.

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Foto: divulgação / PRF

Um caminhão VW/ 17.190, com ocorrência de roubo registrada em maio deste ano, foi recuperado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde desta quinta-feira (13), em Santo Antônio de Jesus.

Abordado no Km 265 da BR 101 durante uma operação conjunta com a ADAB, o veículo era conduzido por um homem de 34 anos.

Durante a vistoria no caminhão e consulta aos sistemas de segurança, os policiais constataram se tratar na realidade de um veículo roubado há cerca de um mês. Questionado, o motorista disse desconhecer às irregularidades apresentadas.

O veículo apreendido e o motorista foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil local, onde será apurado o crime de receptação de veículo roubado, previsto no art. 180 do Código Penal.

PRF-BA

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SEGURANÇA

PRF prende suspeito de atropelamento com vítima fatal na BR 324

Ele teria se evadido do local por medo de linchamento

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Na tarde da última sexta-feira (19), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem suspeito de atropelar um pedestre no Km 518 da BR 324, em Feira de Santana (BA). O acidente ocorreu por volta das 17 horas, quando a equipe da PRF foi acionada para atender a ocorrência de atropelamento.

Ao chegarem ao local, os policiais constataram que a vítima, um homem de 53 anos, já estava em óbito. O condutor do veículo envolvido havia fugido da cena do acidente. A equipe prontamente iniciou as buscas para localizar o responsável, que foi encontrado pouco tempo depois.

Questionado sobre a fuga, o suspeito afirmou que deixou o local por medo de linchamento. O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Feira de Santana para adoção das medidas cabíveis.

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SEGURANÇA

Feira: suspeito morre após roubar arma de PM, tentar fugir e trocar tiros com a polícia

Outros dois suspeitos de envolvimento no crime conseguiram fugir e não foram localizados até esta sexta-feira (19).

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Foto: SSP-BA

Um homem morreu após roubar a arma de um policial militar, tentar fugir e trocar tiros com uma guarnição da corporação em Feira de Santana, cidade a 77 km de Cruz das Almas. O caso aconteceu na quinta-feira (18).

De acordo com a apuração da TV Subaé, afiliada da TV Bahia em Feira de Santana, o policial militar assaltado não estava a trabalho no momento do crime. Ele foi abordado por um grupo de homens e teve os pertences roubados – entre eles, a arma.

Logo após ser roubado, o PM acionou a corporação, que foi até o local. Os suspeitos tentaram fugir por uma área de matagal, mas foram alcançados e houve troca de tiros.

Caio Lucas Neris Daltro foi atingido durante o confronto. Segundo a Polícia Civil, ele foi levado para o Hospital Geral Clériston Andrade, mas já chegou no local sem vida.

Outros dois suspeitos de envolvimento no crime conseguiram fugir e não foram localizados até esta sexta-feira (19).

Conteúdo G1

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SEGURANÇA

Baianos são as maiores vítimas de violência policial no país

Dos 10 municípios com mais vítimas por ação da polícia, metade são baianos

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Foto: Divulgação

‘Suspeito morre em confronto com a polícia’. A cada semana, diversas notícias desse tipo se acumulam em sites e redes sociais em todo Brasil. Em um estado do país, no entanto, o cenário é ainda mais grave. A Bahia lidera o ranking de mortes em decorrência de ações policiais pelo segundo ano consecutivo. Só no ano passado, 1.699 pessoas morreram por ações de agentes de segurança que estavam ou não em serviço.

As informações foram reveladas pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na quinta-feira (18). Em 2022, foram 1.467 mortes desse tipo no estado – 232 a menos do que no ano seguinte. O número de pessoas mortas pela ação das polícias Militar e Civil na Bahia vem crescendo desde 2021. Naquele ano, a Bahia ficou atrás do Rio de Janeiro, mas superou o estado do Sudeste nas últimas duas edições da pesquisa.

A disputa das organizações criminosas e a letalidade policial são as maiores causas de mortes violentas em todo o país, segundo o Anuário de Segurança Pública. Dudu Ribeiro, pesquisador da Iniciativa Negra, ressalta que o fato da polícia baiana ser a que mais causa mortes no Brasil, aumenta os índices de violência no estado. De acordo com o Anuário, o risco de uma pessoa negra morrer por intervenção da polícia é 3,8 vezes maior do que o de a vítima letal ser uma pessoa branca.

“Segundo os dados que nós monitoramos, as polícias participam de, em média, 36% dos eventos de tiroteio em Salvador e na Região Metropolitana. Um modelo de segurança pública baseado na ocupação dos territórios e na intensificação dos conflitos coloca toda a comunidade baiana na linha do tiro, mas o alvo preferencial tem sido meninos e homens jovens negros moradores dos bairros periféricos”, analisa o pesquisador.

Em junho deste ano, policiais envolvidos na morte de oito pessoas durante uma abordagem na cidade baiana de Itatim foram afastados de suas funções. A investigação do Ministério Público da Bahia aponta que as vítimas foram executadas e que a cena do crime foi, possivelmente, alterada. Inicialmente, o caso havia sido tratado como confronto entre policiais e suspeitos.

Para se ter noção da dimensão do problema, a Bahia, que é o quarto estado mais populoso do país, registrou mais mortes em ações policiais do que São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro juntos. Os estados do Sudeste, os três com mais habitantes do Brasil, registraram 504, 136 e 871 mortes, respectivamente. A pesquisa utiliza como fonte de dados boletins de ocorrências fornecidos pelas unidades da federação.

“Percebemos que há uma resposta desproporcional da polícia em relação ao enfrentamento da criminalidade. Em 2018, as polícias foram responsáveis por 8% do total de mortes violentas intencionais do Brasil. Em 2023, subiu para 13%”, pontua Renato Sérgio Lima, presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ele detalha, no entanto, que a tendência de aumento não acontece em todos os estados da mesma forma.

“Isso não é um padrão nacional, mas de algumas localidades, como a Bahia e o Amapá, que têm as cidades com as maiores mortes em decorrência de letalidade policial”, completa. Jequié, no centro-sul do estado, é o município com a maior proporção de vítimas fatais de violência policial no Brasil – a taxa é de 46,6 mortes a cada 100 mil habitantes.

Correio da Bahia

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