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Brasileiro foragido nos EUA é capturado

Danilo Cavalcante, condenado à prisão perpétua por matar ex-namorada a facadas, fugiu de presídio na Pensilvânia há 14 dias.

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Foto: Reuters/Divulgação/Polícia da Pensilvânia

Danilo Cavalcante, o brasileiro condenado à prisão perpétua que fugiu da cadeia nos Estados Unidos, foi capturado nesta quarta-feira (13), anunciou a polícia da Pensilvânia.

A captura acontece no 14º dia das buscas, que envolveram uma megaoperação com 500 policiais, participação do FBI e fechamento de escolas e parques. Mesmo assim, Cavalcante, que matou a facadas uma ex-namorada e escalou as paredes da prisão para fugir, conseguiu caminhar por 38 quilômetros, roubar uma van e um rifle e trocar tiros com um morador.

Com a ajuda de câmeras térmicas , cães farejadores e um alarme disparado, o brasileiro foi encontrado debaixo de uma pilha de madeira dentro do perímetro de buscas. Segundo a polícia, ele não apresentava ferimentos graves, e nenhum tiro foi disparado.

Danilo Cavalcante, condenado por matar a ex-namorada Débora Evangelista Brandão, estava foragido desde 31 de agosto, quando conseguiu escapar da prisão escalando paredes.

“A captura de Cavalcante dá fim ao pesadelo das duas últimas semanas, e agradecemos a cada um dos policiais regionais, estatuais e federais que saíram às ruas em todas as condições, dia e noite”, declarou a polícia do condado de Chester, na Pensilvânia, em comunicado.

Conteúdo G1

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Abilio Diniz morre aos 87 anos em São Paulo

A causa da morte do empresário foi insuficiência respiratória em função de uma pneumonite.

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Foto: Reuters/Paulo Whitaker

O empresário Abílio Diniz morreu neste domingo (18), aos 87 anos, em São Paulo, vítima de insuficiência respiratória em função de uma pneumonite.

Ao lado do pai, ele construiu o grupo Pão de Açúcar e comandou uma das maiores companhias de alimento do mundo.

Ele ficou internado por um mês no hospital Albert Einstein, na Zona Sul da capital paulista. Ele deixa cinco filhos, esposa, netos e bisnetos.

O velório será aberto ao público nesta segunda-feira (19), das 11 horas às 15 horas, no Salão Nobre do Estádio do Morumbi, informou a família Diniz em nota.

O enterro será reservado apenas aos familiares.

Conteúdo G1

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2024 tem o janeiro mais quente já registrado na história

Os dados começaram a ser medidos oficialmente em 1850.

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Foto: Agência Brasil

Dados do Serviço de Mudança Climática Copernicus da União Europeia, apontam que 2024 começou com o janeiro mais quente da história. Os dados começaram a ser medidos oficialmente em 1850 e apontam a tendência de aumento nas temperaturas globais, influenciada principalmente pelo El Niño. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

A temperatura média foi de 13,14°C, 0,70°C acima da média dos janeiros de 1991 a 2020 e 0,12°C acima da temperatura do janeiro mais quente anterior, em 2020. É o oitavo mês consecutivo mais quente já registrado para o respectivo mês do ano.

Mesmo com o recorde, as temperaturas de janeiro de 2024 se mostraram inferiores às dos últimos seis meses de 2023. Por outro lado, foram superiores a qualquer outra antes de julho de 2023.

Realmente, o ano passado ficou conhecido como o mais quente desde 1850. Cada mês, desde junho, conquistou o duvidoso recorde de ser o mais quente naquele mês específico na história.

EMISSÃO DE GASES

Mais uma vez, Samantha Burgess, diretora-adjunta do C3S (órgão responsável pelas medições na Copernicus), apontou que as reduções rápidas das emissões dos gases do efeito de estufa são uma necessidade urgente para frear os termômetros.

O fato de o fenômeno El Niño começar a enfraquecer não significa, por outro lado, que as temperaturas caiam. Mesmo porque os termômetros do ar marinho, fundamental para ter indícios dos próximos meses, seguem altos.

Cientistas norte-americanos apontam que há uma chance em três de que 2024 supere o calor recorde de 2023 e a probabilidade de 99% de que seja classificado entre os cinco anos mais quentes da história.

Bahia Notícias

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Jandira Martini morre aos 78 anos em São Paulo

Atriz nascida em Santos, no litoral de São Paulo, fez várias novelas na TV Globo e atuou fortemente no teatro paulistano.

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Foto: João Miguel Júnior/Globo

A atriz Jandira Martini, de 78 anos, morreu nesta segunda-feira (29), em São Paulo, após uma longa batalha contra um câncer no pulmão.

O comunicado foi feito nas redes sociais pelo ator Marcos Caruso, amigo da atriz de décadas. Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e enterro.

“Jandira Martini, minha maior amiga e prova de que os opostos se atraem e se completam. Juntos escrevemos peças, roteiros de cinema, séries e novelas. Minha grande confidente, conselheira e responsável pelas minhas maiores gargalhadas. Minha mestra. Sabe quando você passa pela escola na qual você estudou e vê que o prédio foi demolido? Assim me sinto com a sua partida”, lamentou Caruso.

Nascida em Santos, no litoral de São Paulo, Jandira era formada em Interpretação pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD-USP). Ela fez várias novelas na TV Globo e entre as interpretações mais famosas está a Zoraide, da novela “O Clone”.

Jandira morava na cidade de São Paulo com a família e atuou fortemente no teatro paulistano.

Conteúdo G1

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