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SAÚDE

Estresse e ansiedade provocam a dor de cabeça tensional

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Existem mais de 200 tipos de dor de cabeça, mas na prática, a imensa maioria, cerca de 90%, tem a ver com tensão e enxaqueca. As mulheres sofrem mais com este problema, como explicou o neurologista Antônio Cezar Ribeiro Galvão no Bem Estar desta quarta-feira (11). A fisioterapeuta Mirca Ocanhas deu dicas para acabar com a dor de cabeça e também o bruxismo.

A cefaleia tensional atinge mais quem tem entre 20 e 40 anos e é mais comum em mulheres do que em homens. As causas da dor são o estresse e a ansiedade. Ela vai de leve a moderada e incomoda bastante. A sensação é que uma faixa está apertando a cabeça, fazendo pressão. Normalmente, essa é uma dor que passa com repouso ou analgésico.

Se a dor persistir, pode ficar crônica, durante 15 dias ou mais. Às vezes, nem o remédio dá conta! Para evitar a cefaleia tensional é preciso quebrar a rotina, desestressar. Exercício físico também ajuda.

Bruxismo

Sabe quando a pessoa range e aperta os dentes de forma involuntária? Isso é o bruxismo. Ele provoca desgaste nos dentes, dor na musculatura ao abrir e fechar a boca, hipertrofia dos músculos, dores de cabeça constantes e até doenças periodontais.

Na maioria dos casos, está relacionado a tensão muscular. Soltar a musculatura ajuda a aliviar essa pressão. Placa de proteção entre os dentes é a primeira alternativa. Outros métodos são a fisioterapia, estímulos elétricos e até uso de toxina botulínica.

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SAÚDE

Salvador tem apenas 12% de crianças vacinadas contra gripe

Campanha contra sarampo também tem baixa adesão

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Foto: Divulgação

Apenas 12% de crianças com menos de 5 anos foram vacinadas contra a gripe em Salvador. O índice revela a baixa adesão à campanha, conforme destaca a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e preocupa a prefeitura da capital baiana, que alertou sobre as síndromes respiratórias.

Iniciadas em 4 de abril, as estratégias contra a gripe e o sarampo apresentam baixa adesão em Salvador, sobretudo do público infantil. Das 911.422 pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha contra influenza, apenas 208 mil (22,8%) foram vacinadas, informou a SMS.

Entre as crianças de seis meses a menores de 5 anos a adesão é ainda menor – somente 12% dos pequenos que moram na capital se protegeram contra a gripe.

A campanha contra o sarampo também tem apresentado pouca procura: a cobertura é de somente 19% entre os adultos e de 12% entre o público infantil.

Para garantir o acesso às vacinas contra a influenza e sarampo, 156 salas de imunização dos postos de saúde da capital baiana possuem a oferta dos imunizantes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Para receber a dose, é preciso apresentar a carteira de vacinação ou Cartão SUS e documento com foto. Os profissionais da saúde devem levar a carteira do órgão onde atua.

Confira o público-alvo para a imunização contra a influenza:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes;
Puérperas;
Povos indígenas;
Trabalhadores da saúde;
Idosos com 60 anos e mais;
Professores das escolas públicas e privadas;
Pessoas portadoras de doenças crônicas
Pessoas com deficiência permanente;
Profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas;
Caminhoneiros
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema prisional;
Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
População privada de liberdade.

Confira o público-alvo para a imunização contra o sarampo:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Trabalhadores da saúde.

Metro1

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SAÚDE

Anvisa amplia uso do remdesivir em casos de covid-19

Paciente com risco de evoluir para caso grave pode receber o remédio.

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Foto: REUTERS / Mohamed Abd El Ghany / Direitos reservados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação do medicamento Veklury, cuja substância ativa é o remdesivir, para o tratamento da covid-19. A medida foi aprovada no dia 23 e divulgada ontem, 25, no site da instituição. O remédio poderá ser usado em pacientes adultos que “não necessitem de administração suplementar de oxigênio e que apresentem risco aumentado de progredir para caso grave” da doença.

“O remdesivir é um antiviral injetável produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg. A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infecção”, diz a nota da Anvisa. Segundo a agência, a empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil apresentou dados clínicos que demonstraram a eficácia e a segurança do medicamento para esta finalidade.

Antes, o remdesivir tinha indicação terapêutica no Brasil para tratamento de covid-19 apenas em pacientes adultos e adolescentes com pneumonia que precisam de oxigênio. Com a nova indicação, o uso da medicação deve ser iniciado assim que possível após o diagnóstico e dentro de sete dias do aparecimento dos sintomas.

O tratamento tem o tempo total de três dias. A recomendação da Anvisa é que seja administrada, por infusão intravenosa, uma dose única de 200 mg de remdesivir no primeiro dia. Nos dias seguintes, a administração de uma dose diária de 100 mg, com o mesmo procedimento.

A Anvisa recomenda ainda que sejam seguidas as mesmas condições de segurança para uso do medicamento em ambiente ambulatorial, como a realização de testes laboratoriais hepáticos e renais em todos os pacientes antes do início do tratamento.

Agência Brasil

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SAÚDE

Itabuna: Vigilância registra 1,2 mil casos de dengue

Doença cresce mais de 300%

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Foto: Divulgação / Prefeitura de Itabuna

Um boletim divulgado nesta terça-feira (24) pela vigilância em saúde de Itabuna, no Sul, registrou 1,2 mil casos de dengue no município. De acordo com a secretaria de saúde local, o município vive uma epidemia da doença. Até o final de fevereiro, Itabuna registrava apenas 36 casos da arbovirose.

Conforme a TV Santa Cruz, os números deste ano já superam os do ano passado. Houve crescimento de mais que 300% entre janeiro e maio deste ano em comparação ao mesmo período de 2021. No ano passado, do primeiro mês do ano até junho, a cidade teve 203 casos de dengue confirmados.

Nesta quarta-feira (25), entre as 8 e 13 horas, agentes da secretaria de saúde prosseguem o trabalho de combate a possíveis fogos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor do vírus da doença, no bairro São Caetano.

Ainda segundo a vigilância em saúde da cidade, o município também registrou 133 casos de chikungunya e 17 de zika. Além da dengue, essas duas doenças também são transmitidas pelo Aedes Aegpty. Para evitar a proliferação dos mosquitos é importante evitar água parada em reservatórios.

Bahia Notícias

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