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POLÍTICA

“Eu era feliz na Câmara dos Deputados e não sabia”, diz Bolsonaro

A declaração ocorreu durante a cerimônia de inauguração do Vice-Consulado do Brasil, em Orlando, nos Estados Unidos.

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Foto: Divulgação

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, neste sábado (11), ter saudade da época em que era deputado federal, porque tinha “tranquilidade durante a semana”.

“Entendo que a Presidência é uma missão de Deus, porque não é fácil estar à frente do Executivo. Eu era feliz na Câmara (dos Deputados) e não sabia, porque dava para eu ter meus momentos de tranquilidade durante a semana. Aqui, raro é o domingo em que eu tenho um momento de tranquilidade, mas é passageiro”, disse Bolsonaro.

A declaração ocorreu durante a cerimônia de inauguração do Vice-Consulado do Brasil, em Orlando, nos Estados Unidos.

Metro1

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POLÍTICA

Lula indica que não vai disputar reeleição se for eleito: ‘Só tenho quatro anos’

Lula completa 77 anos em outubro.

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Foto: Ricardo Stuckert / Divulgação

O candidato do PT ao Palácio do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, indicou que não deve disputar a reeleição em 2026, caso seja eleito no pleito de outubro.

“Tenho quatro anos da minha vida para dedicar a cuidar desse povo. Quero cuidar desse povo, quero cuidar do país, quero cuidar do estado, quero estabelecer uma relação irmã com os governadores e com os prefeitos porque não é possível um país dar certo com você brigando, estimulando o ódio, estimulando divergências”, disse Lula durante entrevista para a Rádio Metrópole na manhã desta sexta-feira (1).

“Não vou ser um presidente que está pensando na sua reeleição, mas de governar o país quatro anos e deixa-lo tinindo para que o brasileiro recupere, definitivamente, o bem estar social, a alegria e o prazer de viver, o prazer de ser baiano, o prazer de ser brasileiro”, acrescentou o petista em outro trecho da entrevista.

Lula completa 77 anos em outubro. Se eleito, ao final do seu próximo governo, ele terá 81 anos.

Bahia Notícias

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POLÍTICA

Roma teria estratégia para atingir ACM Neto se ficar fora do 2º turno, dizem aliados

Com uma disputa nacional mais apertada e com maior chance da eleição presidencial ir ao segundo turno, a polarização também poderia afetar a Bahia.

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Foto: Valter Pontes / Secom PMS

A disputa entre os antigos aliados João Roma (PL) e ACM Neto (União) pode ir além da busca por votos para assumir o Palácio de Ondina. Aliados do primeiro escalão de João Roma apontaram ao Bahia Notícias que o pré-candidato ao governo da Bahia pretende indicar o apoio a Neto em um eventual segundo turno na Bahia.

Um desses aliados apontou que Roma acredita que, com o apoio do presidente Jair Bolsonaro (PL), Roma chegue a um volume expressivo de votos, arrastando as eleições para o segundo turno. Porém, apesar disso, caso a meta não aconteça, a estratégia para “atingir” Neto seria, justamente, com a derrota do PL sendo confirmada, ainda no dia 2 de outubro, indicar o apoio a Neto e assinalar a adesão à candidatura, automaticamente atrelando o ex-prefeito ao atual presidente.

Com uma disputa nacional mais apertada e com maior chance da eleição presidencial ir ao segundo turno, a polarização também poderia afetar a Bahia. O resultado da estratégia apresentada por outro aliado culminaria na vontade de Roma em “jogar Neto nos braços de Bolsonaro” e encurralar o ex-aliado, para uma possível adesão à candidatura de Bolsonaro em um eventual segundo turno. Ou ao menos comprometer a imagem do candidato que garantiu o tempo todo não ter nenhuma relação com o presidente.

Pré-candidato ao governo do Estado, ACM Neto já negou reiteradas vezes que exista um diálogo entre o União Brasil e o Partido Liberal para uma aliança nas eleições deste ano. Neto aponta para uma postura independente quando se fala em apoio de sua candidatura a presidenciáveis.

A desavença entre o ex-prefeito de Salvador e o ex-ministro da Cidadania teve a tentativa de ser contornada por alguns políticos próximos de ambos, contando até com a vontade do presidente estadual do Republicanos, deputado federal Márcio Marinho, em apaziguar a questão.

Bahia Notícias

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POLÍTICA

AL-BA não terá recesso parlamentar de meio de ano, garante Adolfo Menezes

A expectativa de alguns servidores da AL-BA era de que o presidente da Casa decretasse um recesso de 30 dias a partir da próxima sexta-feira (1º).

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Foto: Divulgação / AL-BA

A Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) não terá recesso parlamentar de meio de ano em 2022. Foi o que garantiu o presidente da Casa, deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), em entrevista ao Bahia Notícias.

A expectativa de alguns servidores da AL-BA era de que o presidente da Casa decretasse um recesso de 30 dias a partir da próxima sexta-feira (1º). Mas, de acordo com Adolfo, não há chance disso ocorrer neste ano.

“Essa informação está errada. Não haverá recesso nenhum. Neste ano, continuaremos trabalhando normalmente durante o mês de julho”, afirmou Adolfo ao BN nesta terça-feira (28).

Perguntado se havia previsão de uma nova sessão no plenário da AL-BA, Adolfo revelou que os líderes do governo, Rosemberg Pinto (PT), e da oposição, Sandro Régis (UB), estavam conversando para chegar a um acordo na construção da pauta. Entre os textos que devem ser votados até o final de julho está a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), comumente apreciada antes do recesso do meio do ano.

“Eles estão conversando neste exato momento. É provável que hoje a noite mesmo haja uma definição sobre isso e tenhamos uma sessão no plenário amanhã, com divulgação no Diário Oficial desta quarta-feira”, contou o presidente da AL-BA.

Após a entrevista de Adolfo ao Bahia Notícias, a assessoria da AL-BA confirmou a sessão para as 13h desta quarta, com a votação do Projeto de Lei Complementar nº 145/2022, de autoria do Poder Executivo.

A última sessão no plenário da AL-BA ocorreu há duas semanas, no dia 15 de junho, quando um acordo entre governistas e oposicionistas permitiu a aprovação de seis projetos de lei. Na semana passada, entretanto, já em clima de São João, não houve trabalhos na sala principal da Casa legislativa.

Bahia Notícias

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