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30 mil presos de regime semiaberto terão direito à saída temporária de fim de ano

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Suzane von Richtofen, condenada pela morte do pais, e Anna Carolina Jatobá, que cumpre sentença pelo assassinato da enteada Isabella Nardoni, estão entre os 30 mil presos de regime semiaberto que terão direito à saída temporária de fim de ano.
Os beneficiados com a “saidinha” serão monitorados pelas forças de segurança do Estado sem auxílio de tornozeleiras eletrônicas – é a primeira vez desde 2010 que os aparelhos não são utilizados nas saídas de presos nas festas de fim de ano.
O número representa 13,2% do total de detidos mantidos sob custódia do Estado. Em 1º de dezembro deste ano, a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) contabilizou a população carcerária de São Paulo em 227.317 pessoas.
Os presos devem deixar as prisões entre os dias 20 e 22 de dezembro e retornar entre 3 e 5 de janeiro do ano que vem.
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Técnica de enfermagem é condenada após tentar matar 11 recém-nascidos com morfina

Os recém-nascidos teriam recebido as medicações ainda nas primeiras seis horas de vida.

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A técnica de enfermagem Vanessa Pedroso Cordeiro, de 40 anos, foi condenada a cumprir 51 anos e 8 meses de prisão por tentar matar 11 bebês recém-nascidos. A técnica aplicava, sem prescrição médica, uma mistura de morfina e sedativos, como diazepam, nos bebês ainda na maternidade. O caso ocorreu em 2009, no hospital da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), em Canoas (RS). No entanto, o júri que a levou a condenação só teve fim na madrugada desta sexta-feira (12), 15 anos depois do ocorrido.

Os recém-nascidos teriam recebido as medicações ainda nas primeiras seis horas de vida, tendo que ser, logo em seguida, levados a UTI neonatal por apresentarem problemas respiratórios e convulsões. Segundo as investigações, isso só acontecia nos plantões de Vanessa.

O hospital recorreu à polícia após notarem sucessivos casos em que bebês nasciam saudáveis e, horas depois, apresentavam os mesmos sintomas: moleza, desmaio e necessitavam, inclusive, da ajuda de respirador artificial. A técnica de enfermagem foi presa em flagrante após a polícia encontrar uma seringa com substância na pochete dela. O uso de morfina foi confirmado após um laudo pericial solicitado pelo Ministério Público. Vanessa ficou em prisão preventiva por quase um ano.

Durante o interrogatório, Vanessa confessou ter dado remédios aos recém-nascidos, sem afirmar qual era a medicação e quantas foram as vítimas. Ela relatou que as substâncias eram ministradas em uma seringa na boca dos bebês e que, na época, não tinha conhecimento do transtorno mental que a acomete.

— Não conseguia parar de fazer mesmo sabendo que era errado. O que lembro é que nunca virei as costas para nenhuma delas (referindo que auxiliou no socorro) — disse Vanessa.

Uma das testemunhas utilizadas pela defesa de Vanessa foi o psiquiatra forense Silvio Antônio Erne, contratado como assistente técnico. O psiquiatra garantiu que a ré possui um transtorno de personalidade do tipo impulsivo e instável, com dificuldade de conter impulsos.

Conteúdo: Voz da Bahia

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Solteiros têm mais chances de morrer do coração do que pessoas comprometidas, aponta estudo

O levantamento contou com a participação de 6.800 adultos norte-americanos com idades entre 40 e 62 anos, e 6.500 homens brasileiros na mesma faixa etária.

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Estudo foi feito pela Universidade do Colorado, dos Estados Unidos | Bnews - Divulgação FOTO: Freepik

Vidas solteiras importam, mas é bom você sair dessa logo para preservar a própria saúde. Isso porque o estado civil de uma pessoa pode influenciar e aumentar o risco de doenças cardíacas. As informações são de um estudo da Universidade do Colorado, dos Estados Unidos.

O levantamento, que foi apresentado em um congresso mundial de cardiologia aponta que homens solteiros têm duas vezes mais chances de morrer dentro de cinco anos após um diagnóstico de insuficiência cardíaca em comparação com homens que estão em uma relação.Segundo o especialista em relacionamentos do MeuPatrocínio, Caio Bittencourt, estar em uma relação pode ajudar na manutenção da saúde de modo geral.

“Quando estamos em uma relação feliz e funcional, todos os outros aspectos da sua vida tendem a melhorar. Ter ao seu lado uma mulher incrível que ama se cuidar e cuidar de você, é o melhor caminho para sua saúde física e psicológica. O estilo de vida Sugar, por exemplo, que é baseado em conversas e quebras de tabus, ajuda a combater a solidão e melhora o bem-estar geral. Já nos tradicionais, isso dificilmente aconteceria por conta das várias chateações e frustrações que acontecem com frequência, principalmente devido ao fator financeiro ou imaturidade do parceiro”, explicou.

A pesquisa utiliza dados de um amplo estudo sobre aterosclerose, doença arterial coronariana causada pelo acúmulo de placas nas paredes das artérias que fornecem sangue ao coração. O levantamento contou com a participação de 6.800 adultos norte-americanos com idades entre 40 e 62 anos, e 6.500 homens brasileiros na mesma faixa etária.

Os resultados apontam que os solteiros ao longo da vida apresentam aproximadamente 2,2 vezes mais chances de morrer do que os homens em um relacionamento. Entre as principais razões estão o isolamento social, uma atitude típica entre homens nesse estado civil; hábitos alimentares desregulados, por conta das idas frequentes a baladas; e a falta de suporte no cuidado, ou seja, a ausência de uma companhia.

Para separar o efeito do estado civil de outros fatores de risco, os pesquisadores ajustaram a idade, já que pessoas mais experientes têm uma taxa de mortalidade naturalmente mais alta, e também levaram em conta o estado mental, considerando os impactos conhecidos da depressão e de outros transtornos na sobrevivência à insuficiência cardíaca.

“A pesquisa só comprova o que já sabemos: os relacionamentos Sugar não são apenas sobre benefícios financeiros ou materiais, mas também sobre se sentir bem emocional e fisicamente. Isso porque é baseado em uma comunicação totalmente transparente e honesta, que permite que a convivência seja leve, sem pressão e sem joguinhos de imaturidade. Ter uma Sugar Baby ao lado pode ajudar o Sugar Daddy a se concentrar mais nos negócios, porque ela naturalmente quer estar ao lado dele e dar atenção, o que ajuda ele não só a focar nas responsabilidades profissionais, como também cuidar da saúde”, finalizou Caio.

\Fonte: BNews

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Ipec: avaliação positiva do governo Lula varia de 33% para 37%; reprovação oscila de 32% para 31%

Margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Pesquisa ouviu 2.000 pessoas com 16 anos ou mais em 129 municípios, entre os dias 4 e 8 de julho.

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Foto: Agência Brasil

A avaliação positiva do governo Lula (PT) variou de 33%, em março deste ano, para 37%, segundo pesquisa Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) divulgada nesta quinta-feira (11). Já quem classifica a gestão do petista como negativa oscilou dentro da margem de erro, de 32% para 31%.

A margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos. Foram ouvidas 2 mil pessoas com 16 anos ou mais em 129 municípios, entre os dias 4 e 8 de julho.

Veja os resultados da pesquisa:

  • Ótima/boa: 37%;
  • Ruim/péssima: 31%;
  • Regular: 31%;
  • Não sabe/não respondeu: 2%

A avaliação positiva é a soma de quem considera a gestão federal como ótima ou boa. Já a avaliação negativa é a soma dos indicadores de ruim ou péssimo.

Segundo o instituto, o resultado aponta para uma leve melhora na avaliação do governo Lula 3. Na pesquisa anterior, em março deste ano, as avaliações positiva e negativa apresentavam empate técnico. Agora, a diferença entre elas é de 6 pontos.

O aumento mais significativo, conforme o Ipec, se dá entre as pessoas que vivem na região Nordeste, que passou de 43% para 53%, e entre quem possui renda familiar mensal de até 1 salário mínimo, de 39% para 48%.

O Ipec indica que a avaliação ótima ou boa de Lula é mais acentuada entre:

  • quem declara ter votado no presidente em 2022 (66%);
  • moradores da região Nordeste (53%);
  • eleitores com 60 anos ou mais (48%);
  • menos instruídos (48%);
  • quem tem renda familiar de até 1 salário mínimo (48%);
  • e os católicos (44%).

Por outro lado, a avaliação ruim ou péssima se dá, com mais expressividade:

  • quem declara ter votado em Jair Bolsonaro na eleição de 2022 (61%);
  • e os evangélicos (39%).

G1

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