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SAÚDE

Brasil tem 28 casos suspeitos de hepatite de causa desconhecida

Doença acomete crianças em sete estados brasileiros.

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Foto: Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou ontem (11) que está monitorando 28 casos suspeitos de um tipo de hepatite aguda infantil de origem até agora desconhecida. São dois no estado do Espírito Santo, quatro em Minas Gerais, três no Paraná, dois em Pernambuco, sete no Rio de Janeiro, dois em Santa Catarina e oito em São Paulo.

“Os casos seguem em investigação. Os centros de informações estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs) e a Rede Nacional de Vigilância Hospitalar (Renaveh) monitoram qualquer alteração do perfil epidemiológico, bem como casos suspeitos da doença”, disse a pasta em comunicado.

O ministério orientou os profissionais de saúde a notificar imediatamente à autoridade sanitária os casos suspeitos da doença.

A hepatite de origem desconhecida está acometendo crianças em, ao menos, 20 países. A doença se manifesta de forma muito severa e não tem relação direta com os vírus conhecidos da enfermidade. Em cerca de 10% dos casos foi necessário realizar o transplante de fígado.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 200 casos, até o último dia 29, haviam sido reportados no mundo, a maioria (163) no Reino Unido. Houve relatos também na Espanha, Israel, Estados Unidos, Dinamarca, Irlanda, Holanda, Itália, Noruega, França, Romênia, Bélgica e Argentina. A doença atinge principalmente crianças de um mês a 16 anos. Até o momento, foi relatada a morte de uma criança.

Em comunicado divulgado em 23 de abril, a OMS disse que não há relação entre a doença e as vacinas utilizadas contra a covid-19. “As hipóteses relacionadas aos efeitos colaterais das vacinas covid-19 não têm sustentação pois a grande maioria das crianças afetadas não recebeu a vacinação contra a covid-19”.

Em nota divulgada no início de abril, a Agência Nacional de Saúde do Reino Unido, país com o maior número de casos relatados, disse também que não há evidências de qualquer ligação da doença com a vacina contra o coronavírus. “A maioria das crianças afetadas tem menos de cinco anos, jovens demais para receber a vacina”.

Sintomas
De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da OMS nas Américas e Caribe, os pacientes da hepatite aguda apresentaram sintomas gastrointestinais, incluindo dor abdominal, diarreia, vômitos, e icterícia (quando a pele e a parte branca dos olhos ficam amareladas). Não houve registro de febre.

O tratamento atual busca aliviar os sintomas e estabilizar o paciente se o caso for grave. As recomendações de tratamento deverão ser aprimoradas, assim que a origem da infecção for determinada.

Os pais devem ficar atentos aos sintomas, como diarreia ou vômito, e aos sinais de icterícia. Nesses casos, deve-se procurar atendimento médico imediatamente.

Um detalhamento dos sintomas da doença pode ser encontrado no site da Opas.

Agência Brasil

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SAÚDE

Salvador tem apenas 12% de crianças vacinadas contra gripe

Campanha contra sarampo também tem baixa adesão

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Foto: Divulgação

Apenas 12% de crianças com menos de 5 anos foram vacinadas contra a gripe em Salvador. O índice revela a baixa adesão à campanha, conforme destaca a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e preocupa a prefeitura da capital baiana, que alertou sobre as síndromes respiratórias.

Iniciadas em 4 de abril, as estratégias contra a gripe e o sarampo apresentam baixa adesão em Salvador, sobretudo do público infantil. Das 911.422 pessoas que fazem parte do público-alvo da campanha contra influenza, apenas 208 mil (22,8%) foram vacinadas, informou a SMS.

Entre as crianças de seis meses a menores de 5 anos a adesão é ainda menor – somente 12% dos pequenos que moram na capital se protegeram contra a gripe.

A campanha contra o sarampo também tem apresentado pouca procura: a cobertura é de somente 19% entre os adultos e de 12% entre o público infantil.

Para garantir o acesso às vacinas contra a influenza e sarampo, 156 salas de imunização dos postos de saúde da capital baiana possuem a oferta dos imunizantes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Para receber a dose, é preciso apresentar a carteira de vacinação ou Cartão SUS e documento com foto. Os profissionais da saúde devem levar a carteira do órgão onde atua.

Confira o público-alvo para a imunização contra a influenza:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Gestantes;
Puérperas;
Povos indígenas;
Trabalhadores da saúde;
Idosos com 60 anos e mais;
Professores das escolas públicas e privadas;
Pessoas portadoras de doenças crônicas
Pessoas com deficiência permanente;
Profissionais das forças de segurança e salvamento e das forças armadas;
Caminhoneiros
Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso;
Trabalhadores portuários;
Funcionários do sistema prisional;
Adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas;
População privada de liberdade.

Confira o público-alvo para a imunização contra o sarampo:

Crianças de seis meses a menores de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias);
Trabalhadores da saúde.

Metro1

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SAÚDE

Anvisa amplia uso do remdesivir em casos de covid-19

Paciente com risco de evoluir para caso grave pode receber o remédio.

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Foto: REUTERS / Mohamed Abd El Ghany / Direitos reservados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação do medicamento Veklury, cuja substância ativa é o remdesivir, para o tratamento da covid-19. A medida foi aprovada no dia 23 e divulgada ontem, 25, no site da instituição. O remédio poderá ser usado em pacientes adultos que “não necessitem de administração suplementar de oxigênio e que apresentem risco aumentado de progredir para caso grave” da doença.

“O remdesivir é um antiviral injetável produzido no formato de pó para diluição, em frascos de 100 mg. A substância impede a replicação do vírus no organismo, diminuindo o processo de infecção”, diz a nota da Anvisa. Segundo a agência, a empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil apresentou dados clínicos que demonstraram a eficácia e a segurança do medicamento para esta finalidade.

Antes, o remdesivir tinha indicação terapêutica no Brasil para tratamento de covid-19 apenas em pacientes adultos e adolescentes com pneumonia que precisam de oxigênio. Com a nova indicação, o uso da medicação deve ser iniciado assim que possível após o diagnóstico e dentro de sete dias do aparecimento dos sintomas.

O tratamento tem o tempo total de três dias. A recomendação da Anvisa é que seja administrada, por infusão intravenosa, uma dose única de 200 mg de remdesivir no primeiro dia. Nos dias seguintes, a administração de uma dose diária de 100 mg, com o mesmo procedimento.

A Anvisa recomenda ainda que sejam seguidas as mesmas condições de segurança para uso do medicamento em ambiente ambulatorial, como a realização de testes laboratoriais hepáticos e renais em todos os pacientes antes do início do tratamento.

Agência Brasil

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SAÚDE

Itabuna: Vigilância registra 1,2 mil casos de dengue

Doença cresce mais de 300%

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Foto: Divulgação / Prefeitura de Itabuna

Um boletim divulgado nesta terça-feira (24) pela vigilância em saúde de Itabuna, no Sul, registrou 1,2 mil casos de dengue no município. De acordo com a secretaria de saúde local, o município vive uma epidemia da doença. Até o final de fevereiro, Itabuna registrava apenas 36 casos da arbovirose.

Conforme a TV Santa Cruz, os números deste ano já superam os do ano passado. Houve crescimento de mais que 300% entre janeiro e maio deste ano em comparação ao mesmo período de 2021. No ano passado, do primeiro mês do ano até junho, a cidade teve 203 casos de dengue confirmados.

Nesta quarta-feira (25), entre as 8 e 13 horas, agentes da secretaria de saúde prosseguem o trabalho de combate a possíveis fogos do mosquito Aedes Aegypti, transmissor do vírus da doença, no bairro São Caetano.

Ainda segundo a vigilância em saúde da cidade, o município também registrou 133 casos de chikungunya e 17 de zika. Além da dengue, essas duas doenças também são transmitidas pelo Aedes Aegpty. Para evitar a proliferação dos mosquitos é importante evitar água parada em reservatórios.

Bahia Notícias

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