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BAHIA

Sesab confirma terceira morte por dengue na Bahia

No total, 23 municípios baianos estão em epidemia da doença, segundo levantamento feito no Sistema de Notificação de Agravos e Notificações.

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Foto: Sean Werle/INaturalist

A Secretaria de Saúde do estado (Sesab) confirmou nesta segunda-feira (19), a terceira morte por dengue este ano no estado. Foram notificados 8.674 casos prováveis da doença entre 31 de dezembro de 2023 e 18 de fevereiro de 2024.

Duas mortes foram registradas em Jacaraci, entre elas, uma criança de 5 anos no dia 8 de fevereiro. A terceira morte foi registrada na cidade de Piripá, no entanto, a data não foi detalhada pela pasta. Além desses casos, uma morte na cidade de Caetité é investigada como suspeita de dengue.

No total, 23 municípios baianos estão em epidemia da doença, segundo levantamento feito no Sistema de Notificação de Agravos e Notificações (Sinan).

Municípios em Epidemia:

  • Anagé
  • Belo Campo
  • Bonito
  • Botuporã
  • Brejões
  • Condeúba
  • Encruzilhada
  • Feira da Mata
  • Ibiassucê
  • Ibicoara
  • Ibitiara
  • Igaporã
  • Ipiaú
  • Iramaia
  • Irecê
  • Jacaraci
  • Matina
  • Morro do Chapéu
  • Mortugaba
  • Novo Horizonte
  • Piripá
  • Rodelas
  • Vitória da Conquista

Segundo o levantamento do Sinan, as cidades com o maior número de Coeficiência de Incidência (CI) de dengue são:

Piripá, Jacaraci, Bonito, Morro do Chapéu, Encruzilhada, Mortugaba, Novo Horizonte, Ibiassucê, Brejões e Botuporã. A região sudoeste do estado lidera o ranking.

No mesmo período de 2023, foram notificados 7.125 casos prováveis, o que representa um aumento de 21,7% em comparação a 2024.

Entre janeiro e 18 de fevereiro foram notificados 885 casos prováveis de Chikungunya e da Zika, 203. Não há óbitos confirmados para essas doenças.

Conteúdo G1

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BAHIA

Secretaria de Saúde amplia vacina contra a dengue para público de 4 a 59 anos na Bahia

Medida emergencial foi feita com o objetivo de evitar o desperdício de imunizantes que tem vencimento marcado para o dia 30 de junho deste ano.

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Foto: Reprodução

A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) anunciou, nesta sexta-feira (21), que ampliou temporariamente o público-alvo para vacinação contra a dengue para pessoas de 4 a 59 anos. Anteriormente, a imunização era restrita a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Desde a última sexta-feira (14), a medida emergencial foi feita com o objetivo de evitar o desperdício de imunizantes, que tem vencimento marcado para o dia 30 de junho deste ano.

A secretária da Saúde do Estado da Bahia, Roberta Santana, fez um apelo aos municípios e à população, para que, mesmo no período dos festejos juninos, se dirijam aos postos para se vacinar.

“O público-alvo foi ampliado e ainda temos nove dias. Incentivamos que os municípios montem postos em locais de grande fluxo, como rodoviárias, centros comerciais ou mesmo façam a busca ativa, pois são ações já realizadas anteriormente com resultados positivos”, ressalta.
A decisão foi tomada em relação ao estoque remanescente de 6.727 doses, que estão concentradas principalmente em Itabuna, Jequié e Ilhéus, municípios que juntos somam 55% desse total. Ao todo, 36 municípios da Bahia sinalizaram a existência de doses com o mesmo vencimento.

Ao todo, 125 municípios receberam 237.607 doses da vacina contra a Dengue, já tendo sido aplicadas 163.834 doses.

Segundo a Sesab, em 2024, a Bahia registra 222.189 casos de Dengue, soma 109 municípios em epidemia e 278 localidades em risco ou alerta.

Leia mais em: G1 BAHIA

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BAHIA

Fogos de artifício: saiba quais perigos e cuidados necessários ao usar

Dicas de utilizar os fogos de maneira adequadas nesses festejos juninos.

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Foto: Reprodução

Com a chegada do São João, se inicia também a temporada de utilização de fogos de artifício. No entanto, nem sempre os artefatos são utilizados de forma correta. Só neste mês, já foram registrados em Salvador diversos casos de guerra de fogos em bairros da cidade. O episódio mais recente ocorreu na quarta-feira, 19, na Avenida San Martin.

Práticas como essa são proibidas pois geram riscos de queimaduras e incêndio, conforme explica o tenente coronel do Corpo de Bombeiros da Bahia (CMBA), Marcos Moreira. “Essas guerras de fogos são de extremo perigo e fogem completamente da forma correta de manusear os artefatos. Essa ação pode incendiar um patrimônio, promover queimaduras e levar até a morte de alguém, a depender do caso. São artefatos que utilizam uma quantidade de pólvora maior. E atrelado a velocidade com que os fogos são lançados, pode causar um prejuízo grande”, explicou.

Leia mais em : A TARDE

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Disputa pela legalização das guerras de espada na Bahia se arrasta há mais de 10 anos; entenda

Prática foi proibida em cidade baiana em 2011, por pedido do Ministério Público da Bahia.

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Crédito: Arquivo/CORREIO

A proibição da Justiça não permite que a tradição atravesse gerações. No São João da Bahia, as guerras de espadas continuam atraindo ou afugentando moradores do interior – a depender de quem opina. A fabricação clandestina traz riscos, enquanto os espadeiros defendem a guerra como uma expressão cultural.

As guerras de espadas foram proibidas em Cruz das Almas em 2011, a partir de um pedido do Ministério Público da Bahia (MP-BA). Desde então, o órgão fiscaliza os eventos, enquanto que as polícias Militar e Civil coíbem a prática. Os primeiros registros de espadas em festas de São João na Bahia são da década de 20, de acordo com Alex Barbosa, presidente da Associação Cultural dos Espadeiros de Senhor do Bonfim.

Mas foi a partir da década de 60 que a fabricação das espadas se popularizou e o exibicionismo começou a atrair visitantes. Cruz das Almas, Senhor do Bonfim, Santo Antônio de Jesus, Sapeaçu e Governador Mangabeira são alguns dos municípios onde a tradição persiste. Confira abaixo a linha do tempo com os principais momentos da disputa nos últimos anos.

2011- Justiça acata pedido do MP-BA e proíbe guerra de espadas em Cruz das Almas

A prática foi proibida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), depois de uma ação movida pelo MP-BA. Na época, a prefeitura de Cruz das Almas recorreu da decisão, enquanto que o Ministério Público já alertava para os riscos à integridade física de moradores e espadeiros.

2017 – Lei torna guerra de espadas patrimônio cultural de Senhor do Bonfim

Foi sancionado, pela prefeitura de Senhor do Bonfim, o projeto de lei que transformou a tradicional guerra de espadas em patrimônio cultural e imaterial da cidade. A proposta já havia sido aprovada pela Câmara de Vereadores da cidade, por unanimidade. A decisão causou discordância entre os moradores. Um ano antes, ao menos 19 pessoas tiveram ferimentos por causa da prática no município.

2017 – Justiça suspende lei que torna prática patrimônio cultural

Na semana seguinte à decisão da prefeitura, o TJ-BA vetou a realização da tradicional guerra de espadas e suspendeu a lei municipal que tornava a prática patrimônio de Senhor do Bonfim. Quem descumprisse a medida poderia ser preso e pagar multa de até R$10 mil.

2019 – Supremo Tribunal Federal mantém proibição da guerra de espadas

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão de uma liminar que proibia a tradicional guerra de espadas na cidade de Senhor do Bonfim. No documento, o então presidente da corte, Luiz Fux, repetiu uma medida da ministra Carmen Lúcia, tomada em maio de 2018, em que o risco de morte dos praticantes foi ressaltado.

O pedido de suspensão da liminar foi feito pela prefeitura da cidade, que alegou que a proibição prejudica a economia do município, porque implica diretamente na redução das receitas e na diminuição do turismo no período dos festejos juninos.

2022 – Associação tenta evitar prisão de espadeiros

Para evitar que os espadeiros fossem punidos em Senhor do Bonfim, uma liminar tentou alcançar o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Uma decisão da Justiça baiana chegou a acatar o pedido para que as guerras ficassem restritas em três ruas da cidade. No dia seguinte, no entanto, a decisão foi suspensa.

Conteúdo Correio

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