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POLÍTICA

Bancada invisível: saiba quem são os deputados mais ausentes na ALBA

O líder do ranking com mais faltas acumuladas na Casa é o deputado Júnior Muniz (PT), com 53 ausências.

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Durante o ano letivo, cinco dos 63 deputados eleitos na Bahia, somaram 172 ausências na Assembleia Legislativa da Bahia. O levamento foi feito pelo BNews, através dos dados disponibilizados pelo Portal da Transparência da ALBA, de fevereiro a novembro.Foram levadas em consideração as presenças marcadas em sessões plenárias e sessões extraordinárias.

O líder do ranking com mais faltas acumuladas na Casa é o deputado Júnior Muniz (PT), com 53 ausências. O BNEWS apurou que o petista passou boa parte do ano em Jacobina, onde atua junto à gestão, e que também passou um tempo doente.

Na sequência aparece o deputado Eduardo Allencar (PSD) com 42, Robinho (UB) com 40, Patrick Lopes (AVANTE) com 37 e Fátima Nunes (PT) com 35.

Já na lista dos mais assíduos estão o deputado Pablo Roberto (PSDB) com apenas 2 faltas, seguido de Bobô (PCdoB) com 5 e Leandro de Jesus (PL) e Luciano Araújo (SD), ambos com 4.

“É nossa obrigação [estar presente]. No momento em que o povo da Bahia nos conferiu um mandato, nos conferiu a responsabilidade de estar aqui todos os dias, seja no plenário, nas sessões ordinárias, nas comissões ou em qualquer outro trabalho externo, a nossa obrigação é estar sempre presente”, disse Pablo Roberto. O tucano disse que ser o mais assíduo é motivo de muita alegria: “tenho certeza de que vou trabalhar muito para que isso possa se repetir também no ano que está por vir”.

Confira lista completa:

Junior Muniz (PT) – 53
Eduardo Allencar (PP) – 42
Robinho (UB)- 40
Patrick Lopes (AVANTE)- 37
Fátima Nunes (PT) – 35
Antônio Henrique Jr (PP) – 34
Cláudia Oliveira (PSD) – 30
Diego Castro (PL) – 30
Marcinho Oliveira (UB) – 29
Sandro Régis (UB) – 29
Adolfo Menezes (PSD) – 28
Cafu Barreto (PSD) – 27
Binho Galinha (PATRIOTA) – 27
Eures Ribeiro (PSD) – 26
Marquinho Viana (PP) – 26
Euclides Fernandes (PT) – 25
Jurailton Santos (REPUBLICANOS) – 25
Ludmilla Fiscina (PV) – 24
Fabiola Mansur (PSB)– 23
Marcelinho Veiga (UB) – 22
Samuel Júnior (REPUBLICANOS) – 22
Hilton Coelho (PSOL) – 22
Samuel Júnior (REPUBLICANOS) – 22
Tiago Correia (PSDB) –21
Vitor Bonfim (PV) – 21
Niltinho (PP) – 20
Paulo Rangel (PT) – 19
Soane Galvão (PSB) – 19
Zó (PCdoB) –19
Matheus Ferreira (MDB)– 17
Luciano Simões (UB)– 17
Felipe Duarte (PP) – 16
Robinson Almeida (PT) – 15
Fabrício Falcão (PCdoB) – 15
Eduardo Salles (PP) – 15
Ricardo Rodrigues (PSD)– 15
Pancadinha (SD) – 15
Manuel Rocha (UB) – 15
Ivana Bastos (PSD) – 14
Alex da Piatã (PSD) – 13
Hassan (PP)– 13
Neusa Cadore (PT) – 13
Laerte do Vando (PSC) – 12
Nelson Leal (PP) – 12
Junior Nascimento (UB) – 12
Jordavio Ramos (PSDB) – 10
José Arimateia (REPUBLICANOS) – 9
Raimundinho da JR (PL) – 8
Angelo Coronel Filho (PSD)– 8
Penalva (PDT) –8
Rosemberg Pinto (PT) – 8
Alan Sanches (UB) – 7
Maria Del Carmen (PT) – 6
Olivia Santana (PCdoB) – 6
Bobô (PCdoB)– 5
Leandro de Jesus (PL) – 4
Luciano Araújo (SD) – 4
Vitor Azevedo (PL) – 4
Zé Raimundo Fontes (PT) – 4
Pedro Tavares (UB) – 4
Pablo Roberto (PSDB) – 2

BNews

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POLÍTICA

Pesquisa Ipri/FSB aponta 62% de aprovação ao governo Lula

Levantamento encomendado pelo Planalto mostra índice acima da média, mas metodologia gera questionamentos.

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Foto: Ricardo Stuckert

Uma pesquisa realizada pelo Ipri (Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem), da agência FSB Comunicação, a pedido do governo Lula, indica que 62% dos brasileiros avaliam positivamente o trabalho da gestão petista. O resultado, divulgado pelo Poder360, contrasta com pesquisas de outros institutos, que indicam aprovação menor.

O levantamento da Ipri/FSB foi realizado de 6 a 30 de janeiro de 2024 e entrevistou 21.515 pessoas em todo o país. A margem de erro é de 1,3 pontos percentuais.

Enquanto a Ipri/FSB aponta 62% de aprovação, outros institutos como o PoderData, CNT/MDA, Ipec, Quaest e Paraná Pesquisas indicam aprovação entre 46% e 51%. Essa discrepância na metodologia gera questionamentos sobre a confiabilidade do resultado da pesquisa Ipri/FSB.

O Planalto não divulga a íntegra das pesquisas encomendadas e nem o custo do levantamento da Ipri/FSB. Afirma que são documentos preparatórios para políticas públicas e não existe um site para consulta dos resultados e metodologias.

Metro1

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POLÍTICA

Ordem do STF determina que Bolsonaro entregue passaporte à Justiça

Exército Brasileiro acompanha cumprimento de alguns mandados.

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Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos alvos da Operação Tempus Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira (8) pela Polícia Federal (PF) para investigar a existência de suposta organização criminosa que teria atuado numa tentativa de golpe de Estado.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a PF apreenda o passaporte de Bolsonaro no âmbito da operação. Ordens de prisão também têm como alvo assessores diretos do ex-presidente, incluindo militares.

A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, ter fechado acordo de colaboração premiada junto a investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação pelo STF.

Nesta quinta, estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Ao todo, são 48 medidas cautelares ordenadas por Moraes, incluindo a proibição de os investigados manterem contato ou se ausentarem do país. O prazo para entrega de passaportes é de 24 horas.

As medidas judiciais estão sendo cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados.

“As apurações apontam que o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas eleições presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, de modo a viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital”, informou a PF.

Defesa

No X, antigo Twitter, o advogado Fabio Wajngarten, que representa Bolsonaro, disse que “em cumprimento às decisões de hoje”, o ex-presidente entregará o passaporte às autoridades competentes.

“Já determinou que seu auxiliar direto, que foi alvo da mesma decisão, que se encontrava em Mambucaba, retorne para sua casa em Brasília, atendendo à ordem de não manter contato com os demais investigados”, escreveu Wajngarten.

Agência Brasil

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POLÍTICA

PF faz operação contra militares e aliados políticos de Bolsonaro

A investigação tenta elucidar a participação dessas pessoas nos atos do dia 8 de janeiro. g1 ainda não fez contato com os citados.

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Foto: Divulgação/Carolina Antunes/PR

A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta quinta-feira (8) com buscas contra os generais Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Stevan Teófilo Gaspar de Oliveira, o ex-ministro da Defesa Anderson Torres, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto e outros aliados militares ou políticos, de primeira hora, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Também há buscas contra Tercio Arnoud Thomaz, conhecido como um dos pilares do chamado “gabinete do ódio”.

Há mandado de prisão contra ao menos quatro alvos. O ex-assessor especial do presidente Filipe Martins e o coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro citado no inquérito que apura os presentes recebidos pelo ex-presidente, foram presos, segundo o blog da Andréia Sadi.

A investigação tenta elucidar a participação dessas pessoas nos atos do dia 8 de janeiro, quando milhares de manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes (Planalto, Congresso e Supremo).

Mandados em 9 estados e no DF

Segundo a PF, há mandados sendo cumpridos em Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

Ainda de acordo com o material divulgado pela PF, o grupo investigado “se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas Eleições Presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, de modo a viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital.

Conteúdo G1

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