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POLÍTICA

Jerônimo coloca prazo final para definição de candidaturas; confira

Governador pontua que escolha dos candidatos de 2024 serão refletidas nas próximas eleições.

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Foto: Denisse Salazar | Ag .A TARDE

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) revelou, nesta segunda-feira, 11, que convocará novamente o Conselho Político para tratar sobre as eleições de 2024. Passados três meses, após o prazo inicial estabelecido pelo gestor estadual, o chefe do Palácio de Ondina garante que, neste encontro, poderá sair a decisão sobre o nome que representará a base governista na disputa pela Prefeitura de Salvador.

“Eu espero que a gente possa resolver ainda este ano. Eu vou chamar, antes do ano novo, pelo menos uma reunião com o Conselho para a gente poder bater o martelo. Vocês sabem que não é só resolver Salvador, a gente resolve Salvador e depois outros. As coisas estão imbricadas, o PT quando retira o seu nome de um canto ou de outro, ele bota em outro lugar”, enfatizou.

Presente na assinatura do contrato bilionário com a empresa canadense voltado para a produção de energia solar na Bahia, realizada na sede da Companhia Baiana de Pesquisa e Mineral (CBPM), Jerônimo ressaltou que a sua postura no processo eleitoral dos 417 municípios baianos é de “mediador” e defendeu a “hora correta” para revelar os nomes prefeituráveis.

“Eu, como governador, tenho que entender. Eu não vou participar desse processo como petista. Vou participar como governador. Eu sou um mediador nesse momento. E eu saberei a hora correta de fazer isso. Estou tratando, essas coisas são delicadas, a gente não pode estar falando demais”, destacou o gestor estadual.

E acrescentou: “A gente não pode errar, e nós queremos tomar a decisão compartilhada, porque a decisão, por exemplo, que bate em Conquista, bate aqui em Salvador bate em Itabuna, bate em Teixeira, de Freitas. Temos que arrumar o xadrez”.

Autointitulando o PT como a sigla que ‘ganha-ganha’, o chefe do Executivo estadual aproveitou para alfinetar o grupo adversário e declarou que a decisão sobre 2024, implicará nos demais anos eleitorais.

“Se fosse, possivelmente, o outro grupo colocava de cima para baixo e dava no que dava. […]. Nós vamos construir as eleições de 24, pensando em 26, pensando em 28. E para isso não pode ser decisão de toque de caixa. O governador não tem varinha de condão e eu não quero criar uma decisão agora. Nós estamos construindo”, concluiu.

A Tarde

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POLÍTICA

Pesquisa Ipri/FSB aponta 62% de aprovação ao governo Lula

Levantamento encomendado pelo Planalto mostra índice acima da média, mas metodologia gera questionamentos.

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Foto: Ricardo Stuckert

Uma pesquisa realizada pelo Ipri (Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem), da agência FSB Comunicação, a pedido do governo Lula, indica que 62% dos brasileiros avaliam positivamente o trabalho da gestão petista. O resultado, divulgado pelo Poder360, contrasta com pesquisas de outros institutos, que indicam aprovação menor.

O levantamento da Ipri/FSB foi realizado de 6 a 30 de janeiro de 2024 e entrevistou 21.515 pessoas em todo o país. A margem de erro é de 1,3 pontos percentuais.

Enquanto a Ipri/FSB aponta 62% de aprovação, outros institutos como o PoderData, CNT/MDA, Ipec, Quaest e Paraná Pesquisas indicam aprovação entre 46% e 51%. Essa discrepância na metodologia gera questionamentos sobre a confiabilidade do resultado da pesquisa Ipri/FSB.

O Planalto não divulga a íntegra das pesquisas encomendadas e nem o custo do levantamento da Ipri/FSB. Afirma que são documentos preparatórios para políticas públicas e não existe um site para consulta dos resultados e metodologias.

Metro1

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POLÍTICA

Ordem do STF determina que Bolsonaro entregue passaporte à Justiça

Exército Brasileiro acompanha cumprimento de alguns mandados.

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Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos alvos da Operação Tempus Veritatis, deflagrada nesta quinta-feira (8) pela Polícia Federal (PF) para investigar a existência de suposta organização criminosa que teria atuado numa tentativa de golpe de Estado.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a PF apreenda o passaporte de Bolsonaro no âmbito da operação. Ordens de prisão também têm como alvo assessores diretos do ex-presidente, incluindo militares.

A operação é deflagrada após o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid, ter fechado acordo de colaboração premiada junto a investigadores da PF. O acordo foi enviado à Procuradoria-Geral da República (PGR) e já recebeu a homologação pelo STF.

Nesta quinta, estão sendo cumpridos 33 mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva. Ao todo, são 48 medidas cautelares ordenadas por Moraes, incluindo a proibição de os investigados manterem contato ou se ausentarem do país. O prazo para entrega de passaportes é de 24 horas.

As medidas judiciais estão sendo cumpridas nos seguintes estados: Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal. O Exército Brasileiro acompanha o cumprimento de alguns mandados.

“As apurações apontam que o grupo investigado se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas eleições presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, de modo a viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital”, informou a PF.

Defesa

No X, antigo Twitter, o advogado Fabio Wajngarten, que representa Bolsonaro, disse que “em cumprimento às decisões de hoje”, o ex-presidente entregará o passaporte às autoridades competentes.

“Já determinou que seu auxiliar direto, que foi alvo da mesma decisão, que se encontrava em Mambucaba, retorne para sua casa em Brasília, atendendo à ordem de não manter contato com os demais investigados”, escreveu Wajngarten.

Agência Brasil

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POLÍTICA

PF faz operação contra militares e aliados políticos de Bolsonaro

A investigação tenta elucidar a participação dessas pessoas nos atos do dia 8 de janeiro. g1 ainda não fez contato com os citados.

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Foto: Divulgação/Carolina Antunes/PR

A Polícia Federal deflagrou uma operação nesta quinta-feira (8) com buscas contra os generais Braga Netto, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Stevan Teófilo Gaspar de Oliveira, o ex-ministro da Defesa Anderson Torres, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto e outros aliados militares ou políticos, de primeira hora, do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Também há buscas contra Tercio Arnoud Thomaz, conhecido como um dos pilares do chamado “gabinete do ódio”.

Há mandado de prisão contra ao menos quatro alvos. O ex-assessor especial do presidente Filipe Martins e o coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro citado no inquérito que apura os presentes recebidos pelo ex-presidente, foram presos, segundo o blog da Andréia Sadi.

A investigação tenta elucidar a participação dessas pessoas nos atos do dia 8 de janeiro, quando milhares de manifestantes invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes (Planalto, Congresso e Supremo).

Mandados em 9 estados e no DF

Segundo a PF, há mandados sendo cumpridos em Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Goiás e Distrito Federal.

Ainda de acordo com o material divulgado pela PF, o grupo investigado “se dividiu em núcleos de atuação para disseminar a ocorrência de fraude nas Eleições Presidenciais de 2022, antes mesmo da realização do pleito, de modo a viabilizar e legitimar uma intervenção militar, em dinâmica de milícia digital.

Conteúdo G1

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